O Laudo


Finalidade

A finalidade da realização periódica de auto vistoria (de cinco em cinco anos) é prevenir quaisquer ocorrências que venham comprometer a segurança e o bem estar dos moradores na edificação vistoriada.

Os pressupostos dizem respeito aos acidentes prediais decorrentes de falhas na construção ou na manutenção predial que vem causando mortes e prejuízos injustificáveis, principalmente com o envelhecimento e desvalorização através do tempo, das edificações.

As medidas preventivas indicadas nos laudos de vistoria evitam diversos sinistros futuros, tais como:

  • Desabamentos,
  • incêndios,
  • quedas de marquises e fachadas,
  • vazamentos,
  • infiltrações
  • outros problemas provenientes de descuidos com a edificação.

A inspeção predial sugere, além de recomendar reparos, um plano de manutenção geral que deve ser adaptado, através do tempo, de acordo com a realidade de cada condomínio.

Abrangência da auto vistoria

Cobertura: 

a) Condições estruturais da caixa d’água superior. Suas ligações e conexões, barrilete e prumadas (tubos de queda),

b) Condições de revestimento, impermeabilização, internas e externas da caixa d’água superior,

c) Condições de revestimento, impermeabilização, interna, da cobertura (laje e telhas),

d) Condições de esgotamento das águas pluviais na cobertura,

e) Estado de conservação da laje de cobertura,

f) Estado de conservação das tubulações na cobertura (esgotamento das águas pluviais e ventilação da instalação do esgoto sanitário),

g) Estado de conservação do telhado presente sobre a laje. Condições de sustentação do telhado quando sustentado por meio estrutural (madeirame, vigas e pilares de concreto armado)

h) Condições gerais do para-raios e seu condutor,

i) Condições e instalações das antenas. Sua manutenção,

j) Condições estruturais da laje de cobertura. Sobrecargas não previstas e oriundas de acréscimos arquitetônicos ou instalações de telefonia e TV,

k) Condições das instalações de baixa tensão porventura existentes,

l) Condições em que se encontra a casa de máquinas dos elevadores, sua manutenção, ligações e controle de força.

Áreas comuns:

a) Circulação das áreas comuns (corredores de acesso às unidades),

b) Esquadrias presentes. Condições de estanqueidade,

c) Condições estruturais de paredes de vedação, lajes pilares e vigas,

d) Condições do revestimento interno das áreas comuns,

e) Instalações onde estão presentes os equipamentos do condomínio (se existentes): Plays, Salões de festas, Piscinas, decks, saunas, cômodo para reuniões, banheiros sanitários e sua rede de distribuição e ramais de água e esgoto. Estado de conservação de suas instalações de baixa tensão,

f) Condições da portaria e garagens eventualmente existentes, incluindo parte estrutural, ligações hidro-sanitárias secundárias e tubos de queda,

g) Estado de conservação da estrutura, pontos importantes que exijam interferência para recuperação ou reforço,

h) Instalações de gás e força, eletricidade. Aparelhos de medição,

i) Sistemas de segurança contra incêndio. Manutenção de mangueiras, sprinklers e extintores,

j) Sistemas de ar condicionado central, se houver. Comando e ligações,

k) Elevadores (cabines). Cabos de tensão. Manutenção,

l) Sistemas de ventilação e exaustão forçada, se houver,

m) Sistemas de automação predial. Comandos e manutenção. Portões, minutaria e interfones

n) Obras de contenção de encostas, se houver,

o) Revestimento externo e pintura das fachadas e empenas. Condições de estabilidade das varandas.

Unidades:

Condições de conservação geral das unidades no que diz respeito a:

  • Esquadrias,
  • paredes de vedação,
  • infiltrações em cozinha e banheiros,
  • aquecedores,
  • lajes,
  • revestimento e pintura.
  • Estado de conservação das portas.
  • Condições da instalação de baixa tensão (rede de distribuição interna),
  • PC,
  • interruptores,
  • tomadas
  • pontos de luz.
     

Conclusões e plano de manutenção

A conclusão remeterá a um sumário com prazo para reparo em cada componente edilício já relatado no corpo do laudo, com descrição de anomalias, falhas e graus de criticidade.

As medidas poderão ser corretivas ou preventivas.

Ao final da conclusão será oferecido um modelo de manutenção predial que deverá ser, aos poucos, adaptado a realidade do condomínio.
 

Principais itens recomendados pelas leis nº 6400, nº 126 e decreto nº 37.426

a) Inspeções quinquenais, renovação do laudo de auto vistoria de cinco em cinco anos para edificações com mais de 25 anos de vida útil.

b) A edificações com menos de 25 anos de vida útil devem fazer a auto vistoria, decenal, de dez em dez anos.

c) Emitido o laudo, o responsável pelo prédio deverá convocar assembleia geral para dar ciência do seu conteúdo.

d) Observado o Art. 1341 do Código de Direito Civil, o condomínio providenciará a manutenção predial preventiva ou corretiva proposta no laudo, desenvolvida sob a responsabilidade de um arquiteto/engenheiro habilitado.

e) O laudo referido será arquivado no condomínio, sob a responsabilidade do síndico ou do proprietário do imóvel. E exibido a autoridade quando requisitado. 

f) Todas as reformas prediais a serem edificadas, ou de reforma de prédios existentes, que implicarem em acréscimo ou demolições de alvenaria ou estruturas, inclusive abertura de janelas, principalmente em empenas, deverão ser objeto de acompanhamento técnico de engenheiros ou arquitetos, promovendo-se as anotações de Responsabilidade Técnica (ART), junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – CREA, ou através do Registro de Responsabilidade Técnica – RRT, quando se tratar do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro – CAU/RJ.

g) O laudo técnico conterá a identificação do imóvel e a descrição das suas características e informará se o imóvel encontra-se em condições adequadas ou inadequadas de uso, no que diz respeito a sua estrutura, segurança e conservação, conforme definido no ART 1º da Lei Complementar nº 126 de 26 de março de 2013.

h) Em caso de inadequação, o laudo técnico deverá informar, também, as medidas reparadoras necessárias para a sua adequação, com o prazo para implementá-las.

i) Confirmado por laudo técnico que o imóvel se encontra em condições adequadas de uso, conservação, estabilidade e segurança o responsável pelo imóvel deverá comunicar tal fato ao Município, dentro do prazo previsto no Art. 9º do decreto nº 37.426 (31/12/2013), mediante o preenchimento de formulário on-line, indicando o nome do profissional responsável, seu registro profissional e o número do registro ou da anotação de responsabilidade técnica a ele relativa. Formulário próprio online, disponível no portal da Prefeitura, na página da Secretaria Municipal de Urbanismo: www.rio.rj.gov.br/web/smu.

j) Quando o laudo técnico indicar a necessidade de obras de reparo na edificação, o prazo estipulado para realização das obras deverá ser comunicado através do formulário próprio online disponível no site apontado pelo item i acima.

k) As obras de reparo indicadas no laudo técnico deverão ser previamente licenciadas na Secretaria Municipal de Urbanismo e acompanhadas por profissional técnico legalmente habilitado, arquiteto ou engenheiro, com o respectivo registro de responsabilidade técnica – RRT ou anotação de responsabilidade técnica – ART. 

l) Após a conclusão das obras de reparo indicadas no laudo técnico será elaborado laudo técnico complementar que ateste que o imóvel se encontra em condições adequadas de conservação, estabilidade e segurança, que deverá ser comunicado de acordo com o disposto no Art. 3º (Formulário próprio online apontado no item i).

m) O responsável técnico poderá comunicar, a qualquer tempo, o resultado do laudo na forma determinada no Art. 3º.

O responsável pelo imóvel deverá dar conhecimento da elaboração do laudo técnico aos moradores, condôminos e usuários da edificação e mantê-lo arquivado para consulta pelo prazo de vinte anos, em local de fácil acesso e visibilidade.


nossos serviços


I – Vistoria inicial, que será marcada em comum acordo com o condomínio, podendo ser agendada mais de uma vistoria, dependendo de estar todo o prédio disponível para o levantamento;

II – Entrega da guia do RRT para pelo condomínio para realização dos serviços, junto com o requerimento inicial do processo perante a Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro;

III - Contra vistoria, para fechamento e verificações que ficarem pendentes durante a vistoria inicial, se for necessária;

IV – Entrega do Laudo de Vistoria Técnica, devidamente preenchido e assinado pelo responsável pelo laudo e pelo condomínio.
Obs.: No caso de necessidade de algum tipo de acerto, será mostrado item por item do que tem que ser feito.

V – Nova vistoria para verificação dos acertos que forem necessários.
Obs.: Não está incluído acompanhamento das obras para os acertos.

VI – A cada 12 meses, se for necessário, será feita uma nova vistoria para o Laudo ratificador;

VII - No final de 5 anos, terá ue ser feito uma nova vistoria para reiniciar o processo.

O que será fornecido

I - O Laudo de Vistoria Técnica, conforme a LEI COMPLEMENTAR Nº 126, de 26 de março de 2013;

II – O laudo resumido para transferência de dados para a Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro;

III – RRT - Registro de Responsabilidade Técnica referente ao serviço;

IV - RPA - RECIBO DE PAGAMENTO A AUTÔNOMO, referente aos serviços prestados.

V – Anualmente, por 5 anos, um Laudo de Ratificação da Vistoria Técnica se for necessário.


calcular os custos da vistoria


Cálculo




valor do orçamento

R$ 0,00


Parcelamentos

  • Sinal 40% + taxa RPA (se houver) + taxa RRT
  • Cheque para 30 dias 30% + taxa RPA (se houver)
  • Cheque para 60 dias 30% + taxa RPA (se houver)

Para as visitas anuais, a partir do segundo ano até o quinto ano, será cobrada uma taxa de visita de 1/2 do salário mínimo vigente.

A forma de pagamento pode ser negociada.


entre em contato


C

R

T

@



quem somos


studio house7

desde 1986 nossa equipe tem criado uma série de projetos nas áreas de Arquiettura, design, T.I. e ultimamente na área de jogos digitais.

estamos também na área de vídeo e tv com nosso canal próprio o

Arq. Antonio Maria Carneiro Neto

Arquiteto urbanista formado na turma de 1985 da FAUSS, pós graduado em Gerenciamento e Gestão de Projetos e atualmente cursando o mestrado em gerenciamento de projetos de arquitetura. Atualmente também trabalha como professor Universitário.

sh7.tv

Canal de TV na web criado para ser feito dentro do escritório modelo do campus Nova América, com o incêndio, ele se encontra parado esperando a reativação do escritório.


procure o que precisa